domingo, 30 de maio de 2021

31 de MAIO - DIA NACIONAL DAS COLETIVIDADES

O Dia Nacional das Coletividades evoca a realização em 31 de maio de 1924 do Congresso que deu vida à Federação Distrital das Sociedades de Educação e Recreio, atual Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto. 

Após vários anos de reivindicação, a lei 34/2003 de 22 de Agosto veio consagrar este dia como o Dia Nacional das Colectividades que é comemorado por todo o país e estrangeiro.

SESSÃO COMEMORATIVA DO DIA NACIONAL DAS COLETIVIDADES

A Federação associou-se à sessão promovida pela CPCCRD e integrada na comemoração do Dia Nacional das Coletividades.




A cerimónia visou a atribuição de galardões e distinções a personalidades, coletividades e outras entidades que se distinguiram na sua ação associativa ou na promoção do ideal associativo.

De entre os galardões agora impostos foram consideradas propostas desta Federação.
A sessão incluiu um programa cultural, tendo decorrido no dia 29 de Maio no auditório dos serviços centrais da Câmara Municipal do Seixal.


Divulga-se também a saudação dirigida pela CPCCRD ao movimento associativo.



quinta-feira, 20 de maio de 2021

ASSEMBLEIA GERAL DA FEDERAÇÃO DAS COLECTIVIDADES DO DISTRITO DE SETÚBAL - 7 JUNHO 2021

Assembleia aberta às coletividades do distrito de Setúbal associadas na CPCCRD Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.



domingo, 18 de abril de 2021

FEDERAÇÃO E COLETIVIDADES DOS CONCELHOS DO SUL DO DISTRITO DEBATEM PROBLEMAS E ESTRATÉGIAS

Federação, coletividades confederadas dos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago de Cacém e Sines e CPCCRD reuniram em 17 de Abril para abordar temas de interesse associativo e novas estratégias.


A reunião, que se realizou por via digital, teve por temas o ponto da situação do movimento associativo face à crise pandémica, a respetiva organização institucional nos concelhos de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago de Cacém e Sines, a constituição do Conselho Distrital da Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal e ainda um ponto de diversos.


Durante a reunião ficou patente a difícil situação com que as coletividades se confrontam, atendendo ao largo período de encerramento das suas atividades e instalações, com consequências negativas ao nível da geração de receita, em face das muitas despesas fixas que foram obrigadas a continuar a assumir. Ficou também percetível o grau de resiliência e de adaptação às novas circunstancias, bem como a vontade de reabrir que a generalidade das coletividades manifesta, retomando atividades culturais, recreativas e desportivas. Foram também abordados os apoios que as autarquias locais tem vindo a disponibilizar ao movimento associativo nestes concelhos.

As formas de interligação e organização do movimento associativo popular à escala de concelho foram também objeto de debate. O distanciamento por vezes sentido entre associações do mesmo concelho carece do estabelecimento de formas de diálogo, devendo-se estimular a participação nos grandes debates e programas nacionais promovidos pela CPCCRD e Federação.

Também as metodologias com vista à constituição do Conselho Distrital da Federação, com a inclusão de representantes do movimento associativo destes concelhos, foram objeto de debate neste reunião que decorreu em tom vivo e participado.

Texto: CA/FCDS | Imagens: AA, CB/FCDS

sábado, 20 de fevereiro de 2021

ESTRUTURAS REPRESENTATIVAS DO MOVIMENTO ASSOCIATIVO ABORDAM PROBLEMAS RESULTANTES DA PANDEMIA

As estruturas representativas do movimento associativo popular do distrito de Setúbal reuniram-se para abordar os problemas resultantes da atual situação pandémica.

A reunião, realizada por via digital, foi convocada pela Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal e contou com a participação das Associações de Coletividades dos Concelhos de Almada, Barreiro, Seixal e Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

Os participantes procederam ao balanço da situação no distrito, tendo concluído pela grave situação que afeta a generalidade dos coletividades. O encerramento prolongado das instalações e a suspensão de atividades culturais, desportivas e recreativas, ditados pelo Estado de Emergência, retiraram meios e recursos financeiros fundamentais para a sustentabilidade das coletividades. A continuidade de pagamento de despesas fixas, como rendas, eletricidade, água, ou seguros, tem assim criado graves problemas à sobrevivência do movimento associativo.

Foi expressada preocupação com os sérios condicionamentos criados ao normal funcionamento democrático das coletividades, nomeadamente no que se refere à realização de assembleias gerais, eleições para a escolha de órgãos sociais ou mesmo ao normal funcionamento destes.

Constatou-se pelo elevado impacto, quer mental, quer social, causado nas comunidades pela inatividade resultante da não realização de numerosas atividades atividades desportivas e culturais, conhecidas que são as importantes funções de integração desenvolvidas pelas coletividades e associações nos espaços em que se inserem.

Apesar dos apoios que tem sido assegurados ao movimento associativo popular por muitas autarquias locais, embora de forma heterogénea, continua a constatar-se a inexistência de programas de apoio específicos para as coletividades de cultura, recreio e desporto por parte da Administração Central. Isto apesar do incansável trabalho de representação institucional e de apresentação de propostas e soluções que a CPCCRD tem vindo a colocar junto das diversas instâncias do poder, nomeadamente do Governo e Assembleia da República.

As estruturas descentralizadas presentes mantém, apesar das todas as limitações, um trabalho de permanente acompanhamento e monitorização da situação do movimento associativo e de interligação com a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.

A reunião abordou ainda questões relativas à operacionalização e acerto de quotizações no âmbito da sua integração na Confederação, bem como a prevista constituição do Conselho Distrital da Federação.

Texto - CA/FCDS

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

AS BANDAS FILARMÓNICAS NO DISTRITO DE SETÚBAL. ORIGEM E EVOLUÇÃO DA SUA ATIVIDADE - disponível para encomenda

AS BANDAS FILARMÓNICAS NO DISTRITO DE SETÚBAL. ORIGEM E EVOLUÇÃO DA SUA ATIVIDADE. Da autoria de Pedro Marquês de Sousa, numa edição da Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal. Disponível para encomendas.

Preço - € 10 + portes. Contactar setubal.fcds@gmail.com


Esta obra aborda a origem e o desenvolvimento do movimento filarmónico no distrito de Setúbal, região onde o movimento associativo foi sempre muito forte, durante o segundo Liberalismo, a República, o Estado Novo e após a Revolução de Abril de 1974. (…). O trabalho revela a evolução da atividade das sociedades filarmónicas ao longo do século XX, com períodos de crise e mudança, abordando as mais recentes tendencias orgânicas e das práticas performativas das bandas.

O autor, Pedro Marquês de Sousa, é doutorado em Ciências Musicais Históricas e Mestre em História. Oficial do Exército e professor de história na Academia Militar, foi durante 12 anos Presidente da Sociedade Filarmónica Providência, na sua terra natal em Azeitão. É também detentor da Medalha de Mérito Cultural, da Secretaria de Estado da Cultura (2014) e do galardão Instrução e Arte, da Associação de Coletividades do Concelho de Setúbal (2019).

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Boas Festas 2020!

A Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal deseja a todas as coletividades votos de Boas Festas e um ano 2021 pleno de recuperação.

Portugal precisa das coletividades!