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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Federação festejou 13.º aniversário no Montijo

A Federação comemorou o seu 13.º aniversário em clima de festa e reflexão com uma sessão pública que teve lugar em 30 de Janeiro na prestigiada Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro do Montijo. 

Os trabalhos da sessão solene contaram para a participação dos Presidentes da Câmara Municipal do Montijo e da União de Freguesias do Montijo e Afonsoeiro, respetivamente Nuno Canta e Fernando Caria; João Alexandre, Vice-Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e ainda os Presidentes da Direção e Assembleia Geral da Federação, Diamantino Estanislau e João Narciso, bem como ainda do Presidente da Sociedade anfitriã, Joaquim Baliza.


O programa da sessão incluiu também um programa artístico a cargo das diversas formações da sociedade anfitriã: coro polifónico e grupos de dança de salão, contemporânea e hip-hop. Participações que, com grande brilhantismo, entusiasmaram o público e demonstraram a importância e qualidade do trabalho desenvolvido pela centenária Sociedade 1.º de Dezembro.




As intervenções dos membros da mesa centraram-se nas diversas problemáticas que condicionam a vida associativa. Destaque também para a presença de representantes das associações "irmãs" de colectividades de Almada, Barreiro e Seixal.

O Presidente da Federação, que abordou os projectos e acções em curso, referiu que "apesar de alguns condicionalismos existentes, a FCDS vai continuar empenhada em trabalhar em prol do movimento associativo e das suas filiadas, enaltecendo o seu papel na sociedade. Ciente da sua importância, continuará a defender e a promover os valores inerentes ao MAP. Como a solidariedade, a fraternidade, a independência, a autonomia, a democracia, a cidadania e o trabalho voluntário."


A celebração culminou com o tradicional apagar do bolo de aniversário da Federação partilhado por todos os presentes. A festa que assinalou este 13.º aniversário foi mais um momento de conhecimento mútuo e partilha de experiência entre dirigentes de coletividades e associações de vários pontos do distrito.



A Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal expressa os seus agradecimentos públicos a todos quanto possibilitaram esta iniciativa: à Sociedade Filarmónica 1.º de Dezembro, na pessoas do seu Presidente e restante direção, ao maestro do coro Polifónico e coralistas, aos dançarinos dos vários grupos participantes e seus monitores. Os nossos agradecimentos também à União de Freguesias do Montijo e Afonsoeiro,  Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura Recreio e Desporto, Rádio da Quinta do Conde RQC, firma José Guerreiro Nieto e Herdeiros e Câmara Municipal do Montijo.


Texto e imagens - CA/FCDS

domingo, 8 de novembro de 2015

Congresso das Coletividades - Uma grande iniciativa nacional do movimento associativo.

Com grande participação de colectividades de todo o país e um vivo debate plasmado no documento “Manifesto Associativo 2015 – Recomendações Estratégicas”, o Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes, realizado no dia 7 de Novembro em Lisboa, é um momento alto na história contemporânea do movimento associativo popular.


Momento histórico para o movimento associativo popular, o congresso agora realizado em Lisboa atualiza os debates ocorridos nos encontros magnos dos já longinquos anos de 1993 e 2001, respectivamente em Almada e Loures. Um sucesso organizativo que culminou o processo de diálogo e participação no interior no movimento associativo popular.

O congresso, que decorreu ao longo de todo o dia, foi aberto com saudações do Presidentes da Mesa do Congresso, Barbosa da Costa, da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e da Direção da CPCCRD, Augusto Flor.

Os temas do Congresso 

Os trabalhos foram distribuídos por quatro painéis temáticos e decorreram tendo por base intervenções de palestrantes convidados, personalidades de reconhecido mérito, a que se seguiram debates.

Os quatro painéis temáticos corresponderam às matérias identificadas no período de preparação do congresso, que se materializou na realização de numerosas reuniões com associações e coletividades, um pouco por todo o país. Um importante esforço promovido pela CPCCRD e a que a Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal se associou com a realização de reuniões preparatórias em Setúbal, Grândola e Alcochete.




O painel “Legislação, representação institucional, poder local, associativismo e sociedade civil – Ser parceiro social é um ato de justiça” contou com intervenções de José Ribeiro e Castro (advogado, com ampla experiência política) e Roque Amaro (professor universitário), tendo sido moderado pelo jornalista Pedro Tadeu.

No segundo painel - “Dirigentes associativos, voluntários e benévolos, motivação, compromisso e responsabilidade – Sem nós não há associativismo”, as intervenções de fundo couberam a Sérgio Ribeiro (economista) e Manuel Moreira (Presidente da Câmara Municipal de Marco de Canavezes), com moderação de Manuel Vilas-Boas, jornalista.


Durante a tarde tiveram lugar os trabalhos dos outros dois painéis. “Cultura, Recreio e Desporto – Criação, reprodução e ética””, com intervenções do maestro Jorge Costa Pinto e de José Manuel Constantino (presidente do Comité Olimpico de Portugal) e moderação do jornalista Fernando Correia.

No útimo painel do congresso, “Associativismo na Europa e no mundo – Identidade e Soberania”, proferiram intervenções os convidados Ilda Figueiredo (Conselho Português para a Paz e Cooperação e antiga eurodeputada), Frei Francisco Sales Diniz (Obra Católica das Migrações), Luís Santos Jorge (Conselho das Comunidades Portuguesas) e Carlos Paula Cardoso (presidente da Organização Europeia Não-Governamental dos Desportos). A moderação foi do jornalista José Ornelas.



Em todos os painéis temáticos houve tempo para numerosas intervenções que traduziram a riqueza da experiencia e do conhecimento de dirigentes e ativistas associativos das mais diversas áreas do movimento associativo popular.

Especial destaque para o contributo da CPCCRD e das suas estruturas descentralizadas. Em todos os capítulos deste congresso se fizeram sentir a ação e as propostas da Confederação, das Federações distritais, associações concelhias e coletividades filiadas.


Não é possível reproduzir aqui a diversidade e amplitude dos numerosos contributos produzidos durante os debates do Congresso, pelo que se aconselha a sua consulta na documentação que virá a ser produzida.

Conferências

A conferência de abertura do Congresso esteve a cargo de Guilherme de Oliveira Martins, personalidade de reconhecido mérito e extenso curriculum, que abordou o tema “Associativismo e Voluntariado em Portugal”. Uma reflexão de caracter histórico-filosófico sobre o papel e a importância destas dimensões na coesão da sociedade portuguesa.

Coube ao  jornalista veterano Cesário Borga proferir a conferência da tarde, dedicada ao tema “O Associativismo e o voluntariado na comunicação”. Uma reflexão sobre o funcionamento dos mass media e a forma como se desencadeia o seu interesse pelos factos. Uma lição que não deixa de constituir um conjunto de “dicas” para uma melhor relação do movimento associativo popular com os meios de comunicação social.


Um documento estratégico para o movimento associativo

Os congressistas sufragaram, por unanimidade e aclamação, o Manifesto Associativo 2015 - Recomendações Estratégicas, um importante documento de orientação que se prevê possa contribua para definir os rumos do movimento associativo popular nos próximos anos - “Um instrumento de diálogo entre o poder associativo e os restantes poderes, bem como com a sociedade civil organizada”.

Visa-se “inverter as tendências negativas existentes, abrir perspetivas de cooperação e reformar o sistema social existente, caminhando para um modelo preventivo em substituição do actual modelo remediativo”.

Foi assim aprovado um conjunto de cerca de cinquenta recomendações dirigidas ao poder associativo – coletividades, associações e clubes; ao poder legislativo – Assembleia da República; ao poder legislativo e executivo – Governo; ao poder local – autarquias; e ainda às empresas e às entidades promotoras do conhecimento e investigação.

Encerramento

A sessão de encerramento do Congresso, que decorreu em ambiente de entusiasmo, contou com a participação de representantes das entidades organizadoras, tendo sido dirigida pelo Presidente da Confederação Portuguesa do Voluntariado, Eugénio da Fonseca. Registe-se a ausência do Governo neste acto, para que foi expressamente convidado.


Na mesma ocasião e como forma de homenagem a bandas e músicos filarmónicos – um dos mais importantes esteios da cultura portuguesa - o Congresso escutou no momento do seu encerramento a Banda da Sociedade Filarmónica União e Capricho Olivalense, que executou o hino da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.

O Congresso Nacional das Colectividades, Associações e Clubes constitui uma inolvidável jornada. A sua preparação foi também um notável trabalho que reuniu, ao longo de meses, um conjunto de entidades com importante papel no mundo do associativismo popular e do voluntariado. Mas, a última palavra é sempre das colectividades.

A Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal também contribuiu!

Texto e imagens - CA/FCDS

terça-feira, 26 de maio de 2015

Saudação ao Dia Nacional das Colectividades - 31 de Maio de 2015

A Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal associa-se à comemoração do Dia Nacional das Colectividades, que tem lugar em 31 de Maio de 2015, e exorta à celebração da data por todos quantos integram a grande família do movimento associativo popular.
 
Aqui se deixa a Saudação elaborada pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto.


As razões de uma celebração

"Em 1924, nos dias 31 de Maio, 1, 2 e 3 de Junho, realizou-se em Lisboa, na extinta Academia Recreativa de Lisboa, popularmente designada por “Academia do Socorro”, o 1.º Congresso Regional das Sociedades de Recreio, com a presença de 65 sociedades, tendo-se constituído a Federação Distrital das Sociedades Populares de Educação e Recreio que foi fundada por 47 sociedades. (…) Em 1934, de 30 de Maio a 8 de Junho, realizou-se em Lisboa o 2.º Congresso Regional, que aprovou novos estatutos, com 75 artigos, passando a designar-se Federação das Sociedades de Educação e Recreio e dá abertura à criação de Delegações (ou Associações) nas capitais de distrito" – pode ler-se no historial da Confederação Portuguesas das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto.
 
Em evocação do Congresso de 1924 e assinalando o momento fundacional das estruturas associativas que, após diversas metamorfoses, viriam a materializar-se na criação daquela Confederação, celebra-se a 31 de Maio o Dia Nacional das Colectividades.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Dez anos de Federação - debate e festa!


 
Foi em ambiente de convívio, debate e sarau musical que decorreu a sessão que assinalou o décimo aniversário da Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal. A Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros acolheu dirigentes e ativistas associativos, autarcas e todos quantos se interessam pelas questões do movimento associativo popular na noite de 26 de Janeiro .

Dois momentos musicais, a cargo de formações da ilustre associação palmelense, e uma sessão solene compuseram o programa de aniversário da Federação perante uma plateia que seguiu com interesse os vários momentos da sessão.

Num primeiro momento atuou, com grande aplauso do público, a Orquestra Juvenil dos “Loureiros”, tendo ficado bem demonstrado o valor dos jovens músicos da Sociedade.

A sessão solene, momento de reflexão sobre a vida da Federação e dos problemas do movimento associativo, foi dirigida pelo companheiro Henrique Santos, secretário da mesa da Assembleia Geral da Federação, na impossibilidade do respetivo Presidente, por motivo de doença.

A mesa da sessão integrou as seguintes entidades: Câmara Municipal de Palmela, representada pela sua Presidente, Ana Teresa Vicente; pela Junta de Freguesia de Palmela o respetivo Presidente, Fernando Baião; pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, o seu Presidente da Direcção, Augusto Flôr; pela Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros, o seu Presidente da Direcção, Rogério Almeida e pela nossa Federação, o Presidente da Direção, Diamantino Estanislau.

A todos foi dada a palavra. Todos expressaram as suas saudações à Federação e procederam à análise do momento atual do movimento associativo, dos seus desafios, dificuldades, forças e esperanças. Foram ainda trocadas lembranças.

O segundo momento musical chegaria com a brilhante atuação do Grupo Coral da sociedade anfitriã, que interpretou um repertório diversificado e amplamente aplaudido.

A sessão encerraria com o cantar dos parabéns e a partilha de um bolo de aniversário entre todos os que participaram na sessão – dirigentes associativos, músicos, cantores e demais público. Momentos de animado convívio.

À Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros, que desde o primeiro momento acolheu de braços abertos esta iniciativa, o registo dos nossos agradecimentos. Agradecimentos extensivos à CPCCRD, Junta de Freguesia de Palmela, Rádio Quinta do Conde e José Guerreiro Nieto Herdeiros. 

Primeiro momento musical - intervenção da Orquestra Juvenil da Sociedade
Filarmónica Palmelense Loureiros


Mesa da sessão solene - da esquerda para a direita: Diamantino Estanislau
(FCDS), Augusto Flor (CPCCRD), Ana Teresa Vicente (CM Palmela), Henrique
Santos (FCDS),  Fernando Baião (Junta de Freguesia de Palmela) e
Rogério Almeida (Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros)

Aspeto da assistência

Intervenção o presidente da Sociedade anfitriã
Representante da Associação das Colectividades do Concelho de Almada
no uso da palavra


Carlos Branco, em representação dos Bombeiros Voluntários de Setúbal e
da Associação de Moradores do Bairro da Anunciada
Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades de
Cultura, Recreio e Desporto
Fernando Baião, Presidente da Junta de Freguesia de Palmela
Ana Teresa Vicente, Presidente da Câmara Municipal de Palmela
Troca de lembranças entre a Câmara Municipal de Palmela e a Federação
das Coletividades do Distrito de Setúbal
Troca de lembranças entre a Federação e Confederação.
Presidente da Junta de Freguesia de São Simão (Azeitão, Setúbal) oferece
uma lembrança à Federação.
Segundo momento musical da noite - Grupo Coral da Sociedade Loureiros.
Um êxito!

Convívio de encerramento. 10 anos!
A Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros acolheu a festa do
10.º aniversário da Federação.
 
Texto e imagens - CA/FCDS