terça-feira, 24 de maio de 2016

IX Convenção Nacional dos Jogos Tradicionais em Setúbal

A IX Convenção Nacional dos Jogos Tradicionais vai realizar-se em Setúbal nos dias 4 e 5 de Junho, com as atividades a decorrerem no Parque do Bonfim e Escola Secundária Sebastião da Gama em simultâneo com programa do município sadino Há Festa no Parque.

O programa desta IX Convenção inclui demonstrações de jogos tradicionais portugueses que poderão ser experimentados por todos os interessados. Os diversos jogos - malha, tração à corda, pião, latas e burro, de entre outros, estarão disponíveis nos dias 4 e 5 no Parque do Bonfim (lado sul), frente à Escola Secundária Sebastião da Gama.


Fórum debate jogos tradicionais 

O programa da Convenção comporta ainda a realização de Fórum de debate que terá lugar no sábado, 4, a partir das 14h15, no Auditório da Escola Secundária Sebastião da Gama.

Este Encontro contará com a participação dos investigadores Ana Rosa Jaqueira e Paulo Coelho, ambos da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física da Universidade de Coimbra; Lucília Ferro Santos e Vasco Caleira da Sociedade de Estudos e Intervenção em Engenharia Social e um representante da Câmara Municipal de Setúbal/Cidade Europeia do desporto.

Exposição 

A exposição “100 Jogos Tradicionais 100% Futuro” poderá ser vista entre 25 de Maio e 5 de Junho na Escola Secundária Sebastião da Gama. Esta mostra aborda a temática dos jogos tradicionais numa perspetiva mais aprofundada, fazendo a ligação entre o passado e o futuro.

Esta exposição foi produzida pela Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto em cooperação com o Instituto Português da Juventude e Desporto

Federação Portuguesa dos Jogos Tradicionais

A IX Convenção integra ainda, no dia 5, a assembleia-geral eletiva dos órgãos sociais da recém-constituída Federação Portuguesa dos Jogos Tradicionais, que assim escolheu Setúbal para eleger os seus primeiros corpos sociais.

A FPJT foi constituída por escritura notarial de 26 de Fevereiro de 2015, datando a sua assembleia constituinte de Março do ano anterior. Com a eleição dos órgãos sociais a Federação inicia a sua atividade em plenitude.

Há Festa no Parque

A Convenção decorre em simultâneo com o programa Há Festa no Parque, iniciativa da Câmara Municipal de Setúbal que anualmente reune no Parque do Bonfim, em Setúbal, atividades para toda a família, numa iniciativa que assinala, de forma animada, o encerramento do ano letivo.

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A IX Convenção Nacional dos Jogos Tradicionais é uma iniciativa da Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal em colaboração com a Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e a Câmara Municipal e Setúbal e o apoio das Associações de Coletividades dos Concelhos de Almada, Barreiro e Seixal e Associação de Amizade Arroteense. Esta iniciativa integra ainda a programação da Cidade Europeia do Desporto Setúbal 2016. 

Texto - CA/FCDS

domingo, 8 de maio de 2016

Livro sobre as bandas filarmónicas apresentado em Palmela

O Cineteatro São João, em Palmela, acolheu na noite de 7 de Maio a apresentação do livro Bandas Filarmónicas no Distrito de Setúbal. Origem e Evolução da sua Atividade, de  Pedro Marquês de Sousa, numa edição da Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal.
Presentes na mesa que dirigiu a sessão a Câmara Municipal de Palmela - vereador Luís Miguel Calha, a Junta de Freguesia de Palmela - Presidente Fernando Baião, a Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto - Presidente Augusto Flor, para além da nossa Federação - Presidente Diamantino Estanislau e do autor.
As intervenções centraram-se na importância da obra agora tornada pública para o conhecimento e caracterização do movimento filarmónico, uma das mais vivas expressões do movimento associativo popular. Pedro Marquês de Sousa aproveitou a ocasião para traçar uma breve panorâmica histórica sobre as bandas do distrito.
A Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária ofertou um belíssimo concerto a todos os espetadores na segunda parte da sessão.
Momentos de convívio em torno de um moscatel de honra e uma pequena mostra de jogos tradicionais complementaram uma noite dedicada a esta obra sobre bandas filarmónicas.
A Federação agradece a colaboração disponibilizada a esta sessão pela Câmara Municipal de Palmela e Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela.
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A obra agora editada teve o apoio da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, Secretaria de Estado da Cultura, Secil e Centro de Estudos de Sociologia Estética da FCSH. Os pedidos de exemplares podem ser dirigidos à Federação nos contactos habituais.


Presidente da Junta de Freguesia de Palmela, Fernando Baião
Luís Miguel Calha, Vereador da Câmara Municipal de Palmela.

Pedro Marquês de Sousa, autor da obra
Augusto Flor, Presidente da Confederação Portuguesa das Coletividades
de Cultura, Recreio e Desporto

Atuação da Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária de Palmela.
Aspecto da audiência.
Pequena mostra de jogos tradicionais.
Convívio final.
Texto e imagens; CA/FCDS

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Sessão de apresentação de estudo sobre bandas filarmónicas do distrito de Setúbal

A Federação vai promover a apresentação pública da obra "As Bandas Filarmónicas no Distrito de Setúbal", da autoria de Pedro Marquês de Sousa, em sessão a realizar no dia 7 de Maio de 2016 pelas 21h00, no Cineteatro São João, em Palmela. A sessão conta com a participação especial da Banda da Sociedade Filarmónica Humanitária, também de Palmela.

O trabalho agora disponibilizado ao público é uma edição da Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal e materializa um protocolo subscrito entre a Federação e o autor com vista à publicação de um trabalho sobre o tema, matéria de tão grande importância para o conhecimento histórico de uma mas mais importantes vertentes do movimento associativo popular.


"As Bandas Filarmónicas no Distrito de Setúbal" procede à investigação da história das bandas de música no distrito e visa apresentar um levantamento das bandas civis. Caracteriza a história do movimento filarmónico na região desde o século XIX, refletindo sobre a forma como os diversos períodos históricos se refletiram nesse movimento.

O movimento filarmónico é, segundo Pedro Marquês de Sousa, um fenómeno coletivo (movimento) de longa duração e de carácter estrutural, de criação de bandas de música, iniciado no século XIX. As também designadas por “bandas civis”, constituída por músicos amadores.

O movimento filarmónico foi uma das mais importantes fontes do movimento associativo português de natureza cultural e recreativa. Neste trabalho releva-se essa ligação.
Pedro Marquês de Sousa é músico filarmónico, dirigente associativo e investigador. Três características reunidas no perfil de alguém que certamente ama a Música, a sua Sociedade Filarmónica Providência, de Vila Fresca de Azeitão, concelho de Setúbal.

A sessão de apresentação conta com a colaboração da Câmara Municipal de Palmela, Confederação Portuguesa as Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto e Sociedade Filarmónica Humanitária (Palmela).


Texto - CA/FCDS

domingo, 10 de abril de 2016

Congresso da CPCCRD elege corpos sociais e discute novas formas de financiamento

O Congresso eleitoral da CPCCRD elegeu em 9 de Abril os novos órgãos sociais para o triénio 2016-2019. Uma jornada iniciada com um congresso extraordinário dedicado ao debate da sustentabilidade financeira do Associativismo Popular e da sua Estrutura e que incluiu um fórum dedicado às novas formas de financiamento do associativismo.

Aspeto dos trabalhos do Congresso, que decorreu na Casa do Alentejo, Lisboa.
A lista agora eleita, única apresentada a sufrágio e votada por uma maioria muito clara dos participantes, mantém as lideranças da Direção, que continua a ser assegurada por Augusto Flor (Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, Almada/Setúbal), da Mesa do Congresso – Francisco Barbosa da Costa (Associação Desportiva e Cultural de Santa Isabel, Vila Nova de Gaia/Porto) e do Conselho Fiscal – Rosa Batista (Grupo Instrução e Sport, Figueira da Foz/Coimbra).

 


A composição dos órgãos sociais agora eleitos, mantendo continuidade com os que terminaram o mandato, regista uma renovação que atendeu a factores como a avaliação sobre o desempenho dos dirigentes, a sua disponibilidade pessoal e uma necessária perspetiva de rejuvenescimento e aumento da participação de mulheres. E corresponde ainda a um necessário critério de representatividade territorial.

As coletividades e associações do distrito de Setúbal continuam a assegurar uma presença significativa nos órgãos sociais na Confederação:

Na Direção – Augusto Flor, Anabela Rito (Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros, Palmela), Joaquim Escoval (Grupo Recreativo e Desportivo de Palhais, Barreiro);

Posse de Augusto Flor (Sociedade Filarmónica Incrível Almadense)
Posse de Anabela Rito (Sociedade Filarmónica Palmelense Loureiros)
Na Mesa do Congresso - Maria João Santos (Independente Futebol Club Torrense, Seixal);

Após a posse de Maria João Santos (Independente Futebol Clube Torreense, Seixal)
No Conselho Fiscal – Ricardo Santos (Sociedade de Instrução e Recreio Barreirense “Os Penicheiros”, Barreiro);

No Conselho Nacional: Manuel Rocha (Sociedade Filarmónica Matos Galamba, Alcácer do Sal), Armando Castro (União Desportiva e Cultural Banheirense, Moita), Eugénio Costa (Clube Desportivo e Recreativo Águias Unidas, Seixal), Carlos Pólvora dos Anjos Cruz (Comissão Organizadora da Feira Festa da Quinta do Conde, Sesimbra), Nuno Soares (Grupo Desportivo “Os Amarelos”, Setúbal), Ana Guedes dos Reis (Associação Desportiva Recreativa Benfiquista – Casa do Sport Lisboa e Benfica do Seixal).

Carlos Pólvora dos Anjos Cruz (Comissão Organizadora da Feira Festa
da Quinta do Conde, Sesimbra), à direita, prepara-se para tomar posse
Nuno Soares (Grupo Desportivo "Os Amarelos", Setúbal)
Após a proclamação dos resultados da eleição foi conferida de imediato posse aos titulares dos novos corpos sociais da Confederação.

Nova Direção da CPCCRD, já em funções.
Durante a manhã decorreu um Congresso extraordinário que discutiu e votou propostas centradas na sustentabilidade financeira da Confederação e em matérias de regulamentação interna.

 Fórum sobre novas formas de financiamento do associativismo

O programa do Congresso incluiu ainda a realização de um interessante Fórum sobre novas formas de financiamento do associativismo. O painel integrou intervenções de Eduardo Graça (Cooperativa António Sérgio para a Economia Social) e Paula Guimarães (Fundação Montepio), com moderação de Clementina Henriques (CPCCRD).

Da esquerda para a direita: Eduardo Graça (Cooperativa António Sérgio),
Francisco Barbosa da Costa e Clementina Henriques (CPCCRD) e Paula Guimarães (Fundação Montepio)

Clementina Henriques fez uma abordagem do panorama global, nomeadamente no domínio de candidaturas, parcerias e financiamento público, crowfounding e financiamento comunitário no âmbito dos programas do Portugal 2020. Abordou ainda recém constituída plataforma GeoFundos (Fundação Montepio, Fundação Gulbenkian, Fundação EDP e Associação IES, entre outros).

Eduardo Graça abordou a importância das pequenas e micro empresas no contexto da economia portuguesa, chamando também a atenção para a natureza associativa de estruturas como partidos, sindicatos e outras formações da economia social. Que fazer, perguntou Eduardo Graça? Sugeriu, no plano público, especial atenção à ampliação das relações com as autarquias, no quadro de uma descentralização ou regionalização. Abordou ainda, a propósito da questão fiscal, a necessidade de ser definido um estatuto para as entidades da economia social, quer estabeleça uma diferenciação positiva.

Paula Guimarães abordou a questão a partir do ângulo e do papel do investidor privado e da necessidade de as propostas das associações serem portadoras de critérios de qualidade, permitindo a medição do seu impacte. Frisou também a importância de as associações se capacitarem e dotarem os seus dirigentes e as suas equipas com competências específicas. A representante da Fundação Montepio deixou o interessante desafio de as empresas, no âmbito das suas responsabilidades sociais, fazerem o levantamento dos seus colaboradores que são dirigentes associativos.

A Federação das Coletividades do Distrito de Setúbal apresenta aos novos corpos sociais da CPCCRD votos dos maiores sucessos no mandato que agora se inicia.


Texto e imagens - CA/FCDS

quinta-feira, 31 de março de 2016

Assembleia Geral da Federação aprova exercício de 2015

A Assembleia Geral da Federação, reunida em 30 de Março, discutiu e aprovou o Relatório de Atividades e as Contas relativas ao exercício de 2015.


 

A assembleia teve lugar na sede da Federação, conforme convocatória de 5 de Março (ver aqui), tendo sido dirigida pela respetiva mesa, constituída por João Narciso (Sociedade Musical Sesimbrense) e Henrique Santos (São Paulo Clube Recreativo de Almada). A ordem de trabalhos contemplava a discussão e votação do Relatório de Atividades (ponto 1.) e Contas (ponto 2.) de 2015. 
Na ausência do Presidente da Direção, devida a motivos profissionais, foram os documentos apresentados à discussão pelos dirigentes Carlos Anjos (Clube de Campismo de Setúbal), Carlos Pólvora (Comissão Organizadora da Feira Festa da Quinta do Conde) e Carlos Branco (Associação de Moradores do Bairro da Anunciada). Relatório e Contas de 2015 viriam a ser aprovados pela unanimidade dos presentes.
Durante a assembleia foram ainda abordadas diversas iniciativas a realizar dentro em breve, nomeadamente a edição e lançamento público da monografia sobre bandas filarmónicas do distrito de Setúbal, da autoria de Pedro Marquês de Sousa, e a Convenção dos Jogos Tradicionais, prevista para Junho em Setúbal.

Esta reunião foi ainda momento para a troca de impressões e conhecimento mútuo entre os dirigentes associativos voluntários presentes.

sábado, 26 de março de 2016

Revista “Análise Associativa” número dois: estudar o associativismo e o Estado Social

A revista “Análise Associativa” número dois está já em distribuição e tem como tema de destaque as relações entre associativismo e Estado Social. Mas há outros importantes assuntos em análise.

A publicação da Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto apresenta-se, neste número datado de Dezembro de 2015, organizada em quatro secções: o tema em destaque, uma grande reportagem dedicada ao Congresso Nacional das Colectividades Associações e Clubes (7 Novembro de 2015, Lisboa), estudos universitários e legislação e jurisprudência.


Na secção dedicada ao tema Associativismo e o Estado Social são apresentados: “O papel das entidades da economia social na prossecução dos objectivos de segurança social – algumas reflexões”, por Miguel Coelho; “As IPSS e o seu papel na sociedade”, por João Bernardino e “Políticas sociais contemporâneas e associativismo popular”, por Sérgio Pratas.

No capítulo dedicado à investigação universitária, destaque-se o trabalho “Qual o valor económico do trabalho voluntário? O caso das colectividades de cultura, recreio e desporto em Portugal”, de Joana Santos. Um texto que demonstra o impacte sócio-económico e financeiro resultante do trabalho voluntário realizado no universo das colectividades e associações, um dos mais importantes componentes da economia social. O trabalho teve por base um inquérito realizado junto de colectividades confederadas.

Ainda no domínio dos estudos universitários são apresentados trabalhos sobre práticas artísticas colaborativas em tempo de revolução (Cristina Pratas Cruzeiro), um monumento ao associativismo popular em Almada, 1984-1994 (Sérgio Vicente) e financiamento da economia social (Paula Guimarães).

A secção dedicada à legislação e jurisprudência fica a cargo de um trabalho dedicado ao estatuto do dirigente associativo voluntário – “um ilustre desconhecido”, como lhe chama a autora, Maria João Santos.

Aqui se saúda a iniciativa da CPCCRD em manter uma publicação dedicada à divulgação de estudos sobre temas associativos, procurando recolher o contributo analítico da Academia e estimular uma mais que necessária relação entre a Universidade e o movimento associativo popular.

Ficha técnica
Análise Associativa 2015 (n.º2) “O Associativismo e o Estado Social”; Diretor: Sérgio Pratas; Conselho Científico: Américo Mendes - Universidade Católica/Porto, Artur Cristóvão - UTAD, Artur Martins - GEMAP, Cristina Pratas Cruzeiro - Faculdade de Belas Artes/UL, Joana Pereira - investigadora, José Ornelas - ISPA, José Manuel Leite Viegas - ISCTE/IUL, José Zaluar Basílio -Universidade Lusófona, Luís Moreno - Instituto de Geografia e Ordenamento do Território/UL. Edição e propriedade: Confederação Portuguesa das Colectividades de Cultura, Recreio e Desporto; Concepção gráfica e paginação: 4iD; Impressão: Tiragem: 500 exemplares; ISSN: Análise Associativa; Depósito legal: 384231/14

Texto: CA/FCDS

CPCCRD reúne em Congresso e escolhe novos corpos sociais a 9 de Abril

Os Congressos Ordinário Eleitoral e Extraordinário da Confederação Portuguesa das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto reúnem em 9 de Abril de 2016, na Casa do Alentejo (Lisboa), com vista à eleição dos órgãos sociais para o triénio de 2016-2019 e apresentação do Programa de Acção/Opções Estratégicas e à apreciação de alterações regulamentares.


A ordem de trabalhos do Congresso Eleitoral integra a votação para os órgãos sociais, que decorrerá entre as 14h30 e as 16h00, conforme os termos da convocatória já remetida às colectividades confederadas.

Os representantes das filiadas devem apresentar Credencial em papel timbrado ou Cartão de filiada. Em qualquer dos casos terá que ter a quota de 2015 liquidada, ou liquidá-la na altura junto da Tesouraria da Confederação, que funcionará no local do Congresso.

A lista e o Programa de ação podem ser consultados no site da Confederação na internet a partir de 28 de Março de 2016 – ver aqui.

Casa do Alentejo (pormenor). Foto Casado Alentejo.
Congresso Extraordinário

O Congresso Extraordinário da Confederação, que tem por ponto único da convocatória a “apreciação e votação das propostas da Direção de alteração ao RGI” decorre na mesma data e local, mas com convocatória para as 10h00.

A Federação das Colectividades do Distrito de Setúbal apela à participação de todas as colectividades, associações e clubes do distrito associadas na CPCCRD a que participem no processo eleitoral para os órgãos da Confederação!

Participa! A união faz a força!